Arctic Monkeys – Tranquility Base Hotel & Casino | Crítica

Novo do Arctic Monkeys é enigmático, difícil e decididamente revolucionário
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“Eu ficaria preocupado se nada tivesse mudado, principalmente porque faz cinco anos desde o último álbum”, disse o vocalista Alex Turner em entrevista recente à Entertainment Weekly. A fala do frontman, principal compositor e agora produtor do Arctic Monkeys faz muito sentido, e explica um dos fatores mais óbvios de seu sexto disco, Tranquility Base Hotel + Casino; ele é surpreendente.

Em uma de suas estratégias mais curiosas na antecipação do lançamento, a banda anunciou que nenhum single seria lançado. Até o vazamento do álbum na íntegra, o mundo não fazia ideia do que esperar, e uma vez que o véu de TBHC foi retirado, isso se evidenciou uma decisão muito sábia do grupo. Se lançassem a faixa com mais cara de rádio – possivelmente “Four Out Of Five” – o público se sentiria direcionado a achar que o disco seria algo que decididamente não é. TBHC não é um álbum de rádio. Mas não há nada de errado nisso.

Tranquility Base Hotel + Casino é um trabalho pretensioso, mais do que qualquer outro álbum do conjunto. O abandono da guitarra no centro da cena e o domínio do piano e sintetizador soa estranho ao ouvido, e faz com que o disco se assemelhe mais à Last Shadow Puppets, banda paralela de Turner, do que aos trabalhos do Arctic Monkeys. Mas o rumo também combina perfeitamente com a temática espacial adotada, e harmoniza principalmente com os falsetos e linhas vocais que Turner arrisca. A inclinação à algo mais soul e gravitando nas melodias de jazz é um dos aspectos que deve desagradar velhos fãs, sedentos há cinco anos por mais hits roqueiros característicos do grupo britânico. Mas como o próprio frontman disse, e como os maiores nomes da música fazem sempre, grupos e compositores evoluem, e tomar riscos não é apenas saudável; é fundamental.

Difícil de digerir, o novo trabalho do Arctic Monkeys fica melhor a cada execução. Quando se percebe as críticas e figuras de linguagem que Alex Turner construiu, um fator inédito se torna óbvio: pela primeira vez em sua discografia, o Arctic Monkeys soa como se tivesse algo a dizer. A novidade não é uma crítica aos seus últimos álbuns, que sempre mantiveram a letra afiada de Turner e um embalo característico, e entregaram boas músicas uma atrás da outra. Mas os temas da banda sempre se mantiveram constantes até agora, quando Turner retornou profundamente questionador da tecnologia, inspirado pela ficção científica e crítico dos rumos da sociedade. Todas as letras do novo álbum trazem uma nova maneira de encarar o presente com uma atmosfera pós-apocalíptica.

TBHC vai, faixa por faixa, se mostrando um álbum quase conceitual, que flui pela ideia do escapismo da internet e penetra os problemas da atualidade com a mesma esperteza que o Arctic Monkeys fez antes, mas seguindo um direcionamento distinto, resultado de uma evolução natural dos talentos de Turner como letrista. “Dance como se alguém estivesse assistindo, porque estão”, ele canta em “She Looks Like Fun”, um dos exemplos da crítica construída. As referências no novo álbum remetem a mestres de Bob Dylan a Leonard Cohen, mas Alex Turner é um artista em fase de amadurecimento. Deve-se notar que, naturalmente, ao se afastar tanto da sua temática familiar quanto de sua sonoridade, em alguns momentos, TBHC cai em suas próprias armadilhas e se vê arrastado, sem sustentação nem na letra nem na melodia. 

“Tentei escrever uma música para te fazer corar, mas sinto que o esforço possa ser esperto demais para o seu próprio bem”, Turner canta em “Science Fiction”, possivelmente uma das melhores letras, junto com “Golden Trunks” e “The Ultracheese”. A frase evidencia como o disco é absolutamente auto-consciente de seus próprios riscos, e como Turner já antecipava a divisão de opiniões que traria. Esperto como sempre, o compositor também criou uma faixa tratando de forma irônica o sistema de críticas, e acertou em cheio o que receberia – quatro de cinco estrelas.

Ouça Tranquility Base Hotel + Casino:

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Nota do crítico (Ótimo)
críticas de Música

Porque eu falei que a única música que presta você logo taxa como "gosto musical aguçado" tsc tsc, não é a toa que Arctic Monkeys tem umas das mais odiadas fan-base, porque você quer considerar músicas pretensiosas como sinonimo de qualidade ? a banda sequer arranha a superficie em termos de inovação - ou até em ser categorizado como "difícil", quer escutar realmente música alternativa que demonstra inovação ? escute Aphex Twin, Ah! e nem de longe AM é meu albúm favorito ou sequer tenho alguma música favorita deles do mesmo, na verdade - só perpetuou eles como Banda de Rock "Romântico" (para mim isso não é pejorativo, gosto deles, mas xiitar por isso?) pff

Você continua analisando o álbum. Isso é ótimo e mostra que o álbum é relevante

Não gostei, a banda morreu mesmo no Humbug.

gosto musical aguçado? n tenta rebaixar o gosto musical dele, ate pq n existe gosto musical melhor que outro. O dele é diferente do seu, só isso. E sim, achei esse álbum abaixo da minha expectativa também.

Legal, vc curtiu a música mais radiofônica do álbum. Só mostra q vc não tem um gosto musical muito aguçado, visto que só consegue digerir músicas ''fáceis''/radiofônicas. Mas de boa, a maioria dos ''fãs'' deles pós AM estão dizendo o mesmo

Aí você já está exagerando. Uma música boa é quando ela é memorável. Como não devo analisar o álbum? Se vamos opinar sobre algo, temos tem saber sobre ele. Você já estava comparando o álbum ao mencionar AM em uma mensagem anterior. Tudo isso apenas mostra que você é um fã em negação, que não consegue aceitar os problemas deste álbum apenas por ser de uma banda que você gosta.

Pelamordedeus não é pra ficar na cabeça Você já está analisando, comparando e discutindo sobre o álbum. Se trata disso

kkkkkkk cmg todos os álbuns que eu ouvi foram assim menos AM que foi o que me trouxe a ouvir os monkeys. Bem eu comprei o album e ja sabia que ia vir pedrada na minha cabeça. mas depois de 1 final de semana inteiro ouvindo acabei curtindo a vibe de umas 5 musicas, e agr com uma pesquisada mais a fundo no álbum, entendendo a letra e entendendo as críticas que ele deixou me fez gostar ainda mais e mais do álbum.

Ah, e uma dica. Se gostou deste álbum, escuta uma banda chamada Cage The Elephant. Quase todas as músicas tem esse sentimento retrô megalomaníaco que o álbum tenta passar (Cold Cold Cold e Crybaby são bons exemplos).

Na verdade, eu estava realmente desejando que este álbum fosse diferente, afinal, do que adianta um cantor ter vários álbuns, se todos apresentam o mesmo estilo musical? A ideia de uma música mais lenta, com letras e melodias retrô "a la anos 70" parecia genial, baseado em como Arctic Monkeys tem mudado ao longo dos anos. Era o passo certo que esta banda deveria tomar. Mas... a melodia estava horrível em quase todas. Após ter escutado o álbum inteiro em uma tacada só, apenas duas ou três ficaram na minha cabeça.

Você escreveu errado e interpretou o contrário. Fica difícil continuar dialogando

Na primeira vez....eu achei completamente estranho a complexidade do instrumental e letras q o Alex passa á transmitir nas faixas desse novo álbum...sentindo essa Gama Musical bem arisca, mas q a cada vez q vc se deixa permitir q essa mudança e transformação q a banda vem apresentando em cada álbum lançado, faça vc entender oq os caras querem passar esse sentimento e o amadurecimento q eles estiveram nesses últimos anos fazendo o gosto dessa Gama ficar de arisco pra afrodisíaco. E assim vc vai ouvindo repetidas vezes o álbum até entrar na Vibe dele e aceitando e entendendo esse novo trabalho deixando sua mente mais perceptível e aberta com q o Alex diz nas letras entendendo realmente oq ele quer dizer.

Hahahaha

Ressaltei o Metal extremo pois vc sugeriu que eu so ouvia pop. Mas ate agora nao entendi o que diabos vc ta falando. Ta menosprezando o album dos Monkeys pq é apenas 'mais um' conceitual, e o povo ta tratando como uma obra-prima por isso? E vc quer provar que isso não é nada novo ou revolucionário. Se for isso, concordo, ponto. Vai ser sempre um classico na discografia da banda. Foi o que falei no comentario. E onde diabos Indie de fato não é leve? Não sei nao o que siginifica musica alternativa. É um conceito tao mediocre que nao me desperta interesse. E sim, Metaleiro ate o talo! Mas o que nao me impede de ouvir desde os mestres de seculos atras, à Propria musica pop de qualidade, ou ao Rap de qualidade e tantos estilos mais...

Não gostei. Eis minha crítica.

Calma lá Maria sensível, só estamos discutindo amigavelmente, nao estou desrespeitando ninguém. O álbum é riquíssimo em melodia, letra e andamento. Talvez você esteja com a expectativa de um sucessor do anterior

Me desculpe, mas é necessário responder a todas pessoas que não gostaram do álbum, de um modo tão grosso? Pessoas tem opiniões diferentes, assim como você e eu. TBH+C possui sim transições rítmicas forçadas e uma melodia quase inexistente. Apesar da letra sensacional, nenhuma (exceto Four Out Of Five, a melhor do álbum) flui bem.

Não é ruim, mas longe de ser uma obra-prima. Nem todo "experimentalismo" (com aspas ou não) é bem-sucedido (o novo do Jack White é um bom exemplo). Das decepções musicais de 2018 essa é a menos pior. Daria 3 estrelas pra ele (ou 7,0 de 10,0). É tipo Rolling Stones tentando fazer música psicodélica (Their Satanic Majesties Request) e passando vergonha. Kid A (Radiohead), Low (Davie Bowie), Yeezus (Kanye West), Remain in Light (Talking Heads) Júpiter (Silva), Around the World in a day/Parade (Prince) são discos bem mais ousados dentro da discografia desses músicos, considerando o que lançaram antes dos títulos citados.

Como se esse álbum não estivesse sendo um sucesso comercial

o que mostra que você está acostumado com uma sonoridade contundente e não esquisita. É o que acontece o tempo todo aqui no omelete quando o povo do metal acha que indie e alternativo é leve. Metaleiro tem o ouvido quadrado

Ahan... ouço muito pop, tipo Sepultura, Sodon, Ramnstein, Slayer. So aguinha com açúcar!

Você poderia ser mais específico apontando o que você supõe que eu não aprendi com Sgt. Pepper's? Espero que você não venha com aquela desculpinha sebosa do "esse álbum é diferente, então vai ser apreciado no futuro e você vai pagar pau". Afinal de contas, todos os dias bandas lançam trabalhos experimentais com muito mais profundidade e esmero que esse disco regular e pretensioso. O tempo pode ajudar um trabalho complexo e diferente a ser compreendido, mas se ele não for bom, não há tempo que dê jeito. Curioso você citar o Sgt. Pepper's, pois esse álbum já nasceu idolatrado. Foi sucesso comercial imediato (e permanece como um dos mais vendidos da história), ocupou as primeiras colocações nas paradas de rádio por longos períodos e, já ao tempo do lançamento e foi aclamado pela crítica como obra-prima. A semelhança que enxergo com o THB+C é o fato de ser um disco conceitual, mas e daí? Milhares de outros são e isso nunca atestou qualidade. Sobre seu pedido, leia meu comentário novamente e veja que o problema do álbum tem pouco a ver com gosto.

Muito muito longe

Que caretice a sua. Discos conceituais são mais velhos que andar pra frente. Seu ouvido deve estar acostumado com pops muito mastigados, e água com açúcar

voce só vai encontrar dinâmica e substância em álbuns conceituais, depois de muita audição. Não é possível que as pessoas ainda não sacaram isso em 2018

Thanks god um fã de dream theater não gostou desse álbum

Não é possível que você não aprendeu nada com o Srgt Peppers. Até os cariocas do Los Hermanos já tiveram uma tranquilidade musical melhor que a sua. Por favor não use os clichês “pro meu gosto”, “o gosto é meu”, caso queira responder meu comentário.

Parabéns, você viveu a experiência do “álbum difícil” que provavelmente vai ser coroado em um futuro próximo, e você dará mais atenção a ele. Não adianta espernear com a frases “pro meu gosto” “EU não gostei” “o gosto é meu”

Escutei inteiro hoje, e.... que se salvou achei apenas uma música (do tipo que consegui escutar várias vezes até) que foi 'For Out of Five', e mesmo assim, parece até um álbum pretensioso, extremamente desapontado, vindo que, escuto semanalmente as músicas antigas deles, não me vejo voltando a escutar esse álbum, mas, faz parte, é difícil algum grupo que não tenha uma album que conte como ponto baixo, todos do Arctic Monkeys até agora tinham pérolas, nesse QUASE conseguiram lapidar algo, mas, deixou a desejar.

Eu daria 3 estrelas, não ouve tantas músicas boas, pra mim a melhor é a faixa 01 Star Treatment (que me deixou viciado em ouvi-la) o disco em si muda o estilo da banda, mudando bastante sua sonoridade e indo pelo mesmo caminho que Coldplay, The Killers, Franz Ferdinand que nos seus últimos álbuns lançados abandonaram elementos mais característicos do rock como loops, riffs de guitarra, flertando bastante com o pop e a música eletrônica, porém diferente dessas bandas Tranquility Base Hotel & Casino não flerta com o pop. Parece que as bandas mais atuais estão indo por outros caminhos musicais, deixando mais de lado a sonoridade musical que as consagraram o que deixa muitos fãs mais antigos frustados, agora vou aguardar o lançamento do novo álbum do Snow Patrol, onde fico na torcida para ter uma experiencia musical melhor!!!

A palavra "revolução" perde um pouco de sua essência, cada vez em que é usada de maneira rasa, na falta desatenção de outrem que não procurou algum sinônimo.

Após ouvir pela segunda vez, a minha opinião é de que esse é o disco mais desagradável e tecnicamente limitado da banda. Faixas propositalmente esquisitas, cheias de transições rasgadas e melodias sem forma. As letras são no geral muito boas (como era de se esperar), mas aqui e ali carecem de profundidade e por vezes transparecem que Alex escreveu seus medos tecnológicos através de lugares-comuns e palavras-chave após assistir episódios de Black Mirror. Em quase todas as canções do álbum você encontra uma dessas inserções um tanto artificiais obedecendo uma cota de contemporaneidade e visionarismos "E se eu colocar esse termo tecnológico aqui? Gostei, ficou legal". Tirando esse problema de forçar complexidade e maturidade, a letra não desaponta. As metáforas, a oralidade, o vocabulário infinito, o humor ácido (aqui mais pesado), a banalidade das situações e todas as marcas registradas de Alex estão aqui. O maior desapontamento, ao meu ver, são os arranjos fraquíssimos e sem criatividade. Não reclamo da quase extinção dos riffs, mas do pianinho amador e dos vocais preguiçosos. Podem dizer que isso faz parte da proposta e do contexto do álbum, mas isso não justifica a pobreza instrumental em The World's First Ever Monster Truck Front Flip e One Point Perspective. Tudo soa muito calculado e prepotente. Algumas pessoas têm repetido, como elogio ou justificativa, que o disco é difícil, o que acho bastante problemático. Difícil de que? Ele é inacessível aos que não manjam de teoria musical? Os temas abordados são muito complexos? Tem que se ponderar que o fato de um álbum ser conceitual não faz dele imune às críticas quanto à sonoridade e os demais aspectos. E outra, não ter loops, riffs e refrões pegajosos não é garantia de o disco ser mais profundo. Então larguem mão de usar a carta "fulano não gostou porque o disco não é comercial, não sabe apreciar a música de verdade". Tem vezes que você não morre de amores por um disco por não tê-lo compreendido e tem vezes que você não curte o álbum simplesmente porque ele não lhe apresenta nada de interessante. Foi o meu caso.

Ouvi as três primeiras faixas, e desisti. Discos conceituais são algo que eu gosto (Pink Floyd, Rush, Dream Theater), mas o rock moderno parece estar indo pra um lado chato demais! Óbvio que não dá para generalizar (vide coisas como Greta Van Fleet), mas parece que a galera parou de fazer aquela música que você vai colocar no fone de ouvido e balançar a cabeça pra só fazer um som que você vai escutar deitado pensando nas misérias da vida..

O disco é tão bom que ouvi 2 vezes e nem cansou. Ótimo disco!

Concordo que as músicas podem se parecer, afinal o álbum te direciona especificamente para um ambiente, é impossível não reconhecer o Piano Bar que você está ao ouvir as 11 músicas em sequência. Porém vejo grandes particularidades das músicas a cada vez que ouço, como One Point Perspective, Gondel Trunks, Four Out of Five e Tranquility Base Hotel & Cassino, seja no piano, no sintetizador ou na própria voz do Alex. As diferenças estão lá, basta perceber. Mas claro, a beleza ou falta dela está nos ouvidos de cada um, e o gosto pelo álbum é algo completamente particular. Só fico triste pela quantidade de comentários infelizes de como o álbum é "chato", "ruim" sem ao menos respeitar a arte da banda.

A última música ("The Ultracheese") me lembra bastante "Five Years", do Bowie.

Achei um certo exagero usar a palavra "revolucionário"... Muito da poesia cínica que o Alex Turner desenvolve remete a Nick Cave, Tom Waits e outros figurões (até mesmo Father John Misty segue uma linha parecida, e pra mim se sai melhor), enquanto a sonoridade do disco bebe muito de Bowie, Lennon e outras referências setentistas. Em alguns momentos soa até demais como "Double Fantasy" (1980). Enfim, achei um bom disco. Gosto de bandas que tentam se reinventar (mesmo que nem sempre isso funcione, vide o Arcade Fire) e fico feliz de ver que eles têm culhões pra quebrar as expectativas desse jeito. O disco podia ser um pouco mais dinâmico, mas demonstra maturidade e tem arranjos interessantes.

Parece que o Alex fez um álbum pra ele. Com uma sonoridade que ele gosta e letras que só ele entende. Mas eu não espero algo diferente de Alex Turner.

Melhor banda da atualidade!! God save Alex Turner!!

Como o disco anterior, um pé no saco.

Melhor crítica que ja li ate o momento. Exatamente o que penso sobre o disco.

Eu definiria como um disco "difícil", todavia parei pra ouvir mesmo. Fui lá nos meus vídeos, gravações caseiras sabe? Coloquei no mudo e deixei as musicas tocarem como em um clip... Sempre faço isso quando quero dar sentido a um "som" e funcionou com "American Sports". Só? Sim... ):

Mas os caras ja não estrearam seu primeiro disco no topo das paradas? Vendendo muito desde o inicio, e o A.M. explodiu os caras de vez, e nele esta presente tanto hits, como musicas mais calmas, que ate se encaixariam nesse novo. Mas é surreal essa birra com os "novos fãs", e esse senso de pertencimento que vc fala, que realmente ocorre. O que senti falta, como em todos os discos, foi a mistura. Sempre teve espaço pra varias abordagens e aqui no TBHC, a monotonia persiste, tanto que vc demora a lembrar das passagens das musicas, e as acha iguais. Hoje to gostando de várias, ainda que umas são BEM melhores que outras.

Não é ruim, mas é comercial, feito pra vender. E isso se evidencia pela quantidade absurda de "fãs" que trouxe pra banda. Eu gosto muito do AM, mas para os mais saudosistas a banda perde muito da particularidade, algo que é retornado nesse novo álbum, o que explica muito bem essa rejeição ao TBHC e acredito que o Alex tenha feito quase de propósito essa rejeição. Um filtro daqueles que estão pelas letras e melodias e daqueles que estão por "hits", torna-se conceitual novamente.

Eu estou ouvindo o disco desde segunda, e a primeira impressão é de que é uma merd* sem tamanho. Vc acaba sem lembrar de uma passagem sequer, e isso é sempre ruim. Fica a sensação de repetição. Hoje, posso dizer que é um bom disco, uma vez que vc compra a ideia, e passa a memorizar as passagens de algumas músicas, vai ficando mais fácil de digerir. Mas ainda assim, temos que concordar que existe um abismo de qualidade de faixas como Star Treatment por exemplo, (que não nasce pra ser hit, como Four out of Five) e dentro de sua proposta é megalomaníaca, cheia de arranjos lindos, e vocais multifacetados,, contra-tempos, e é uma obra-prima comparada ao restante das faixas de 2 minutos que pouco acrescentam ao disco. Daqui a 10 anos sera taxado como um clássico. Hoje é apenas bom. E nunca uma capa disse tanto. Vc vai aproveitar esse disco sentado, com uma bebida na mão, meia luz, e pensando em problemas pessoais maiores. Não é um disco pra pular, malhar e enlouquecer, como a banda sempre fez

O A.M. é um disco ruim? Serio mesmo?

Tu acha que se arriscar desse jeito é seguir o que a gravadora queria? Principalmente depois de tantos hits que o A.M. trouxe? Pelo contrario, mostra que quem manda na porra toda é o Alex. Os outros albuns da banda sempre traziam uma mistura, "pedradas" mais agitadas, juntas de musicas mais calmas, baladas etc... Esse novo aposta so em uma vertente e por isso pode parecer enfadonho

So gostei mesmo depois de umas 10 vezes, que é quando vc passa a memorizar algumas passagens legais das musicas, pq na primeira audição parecem todas iguais, e isso NUNCA é um bom sinal num disco, seja de qual estilo for.

Eu n gosto muito de humbug as únicas músicas que eu gosto é crying ligthning e cornerstone

Eu também curti mais esse logo de cara, mas ainda acho o Humbug a obra prima da banda.

Ficaram legais, tem no YouTube um show com 4 músicas do novo alálb

Eu prefiro TBHC do que whateaver people say

Nossa, álbum muito bom, desde 2016 com Blackstar e A Moon Shaped Pool que não ouvia algo tão reconfortante como esse som, é imaginativo e envolvente do seu jeito próprio, e talvez por ser algo totalmente "não-comercial" tá desagradando os pseudo-fãs da banda, que provavelmente escutaram as mais famosinhas do AM e só, quem gostou e escutou bastante Whatever People Say..., Humbug e os projetos solos do Alex Turner, não vai cometer a falácia de dizer que é um álbum ruim.

Concordo que deveria ser um álbum solo do Alex Turner, mas ele mesmo não quis fazer isso, e a banda concordou em gravar, então paciência. E sim, eles chegaram ai por causa dos fãs, mas imagine se todo artista só fizesse o que o público pedisse, ou continuasse numa mesma linha de composição apenas para não perder fãs ou desagradar a crítica. O Metallica estaria relançando o Master of Puppets até hoje, os Beatles não chegariam na sua fase mais criativa, David Bowie teria morrido de tédio, e por ai vai. Acho que é muito limitante pra um artista basear sua carreira em críticas (que muitas vezes se baseiam em comparar o trabalho atual com o anterior). A mudança foi brusca sim, mas foi uma escolha deles, o que não nos impede de não gostar. Mas pior seria se fossem gravar um AM pt.2 por "obrigação".

Estou muito longe de se crítico de música, mas pro meu gosto, eu achei bem fraco e chato.

uma música eu achei a cara do Bowie. Muito mesmo. Fora isso, eu gosto de jazz e areandbe e não gostei nada deste álbum. nada mesmo. achei entediante. Mas gosto é gosto.

Show de bola, mas um álbum para eu ouvir quando eu estiver sem sono!

Mas poderia ser um meio termo, até pq pare e pense... Muitos desses artistas chegaram onde chegaram pelos fãs... Certo?! Logo, o gosto dos fãs deve de levar em conta na hora de compor algo para a banda... Esse álbum deveria se chamar Alex... Ou Turner... Ou sei lá. Menos A.M

Acho que vou ficar escutando somente o primeiro e segundo mesmo.

Boa a crítica, bem escrita! O disco é legal, "quase-conceitual" mesmo, como diz o texto (mas não revolucionário, rs). Tem essa pegada de piano bar, bem diferente do que a banda já produziu, permeando o disco inteiro e que acaba deixando as coisas meio sonolentas e repetitivas em alguns pontos mais fracos. No geral: 3 ou 4 músicas excelentes; o resto é ok, no máximo. -Turner é o melhor letrista da sua geração. - Esse treco de "som amadurecido" as vezes só que dizer que a música é chata. Não é o caso do disco inteiro, mas tem uns bons exemplos disso ali no meio, haha. - Espero que as músicas novas fiquem legais ao vivo :)

Cara sei lá, gosto da banda, mas me pareceu um álbum desinteressado, cansado, acho que as músicas são bonitas, dentro da pretensão da banda, tecnicamente também está muito bom, mas não empolga, um álbum do Alex Turner para o Alex Turner ...

Acho doido tudo isso,se fosse um álbum igual ao anterior iriam criticar,se o artista faz algo diferente criticam tmbm,gente,o artista de hoje depende da gravadora,eles seguem tudo o que ouvem, e mesmo alguns não gostando eles vão continuar por ai,não é por um ou outro que vão deixar de vender e fazer show.

Não é um álbum para todos, longe de querer dizer que é pra quem tem bom gosto, mas é como se ele tivesse sido feito pra quem já curte algo com elementos de Jazz e R&B. Arrisco até dizer que mais um pouco e viraria rap. Porém, não achei inovador, soa como algo que David Bowie deve ter feito, mas é sim um bom trabalho.

O album é bem uniforme, bem coeso. Porém não tem sons diferentes, todas as músicas são bem parecidas.

Tambem achei , parece que todas as musicas são iguais , chato demais ......

Concordo com vc , nossa que decepção.........

Já é o pior album do ano ; musicas chatas , paradas , Arctic já era ..........

HAHAHHAHAHHHAHAHAHHAHAHHAHAHAHAHHA

Baixei no spotify. ouvi. deletei. Decepção total pra um dos álbuns que eu mais esperava pra este ano. Gostei de duas músicas e o resto achei uma chatice sem fim, assim como foi com o último album de 30 seconds to mars. E não, não é questão de ser purista ou de ser simplista não. É questão de gosto. pro meu gosto é chato.muito chato. simples

A música é boa, mas realmente sem o clipe ela perde bastante do impacto. Prova disso que toda análise que se vê por aí tem enfoque majoritário/exclusivo no vídeo e praticamente sem análise da letra/ritmo.

Calma rapaz, respira. Ninguém falou que o instrumento é limitado, só que ja foi muito usado pra determinado ritmo, o que piano tem haver com isso?

Você mesmo tá reforçando o que eu acabei de escrever, gênio. O artista fica saturado do instrumento e tem que procurar coisas novas. Não é instrumento, sacou? Vai procurar artistas que ainda querem usar guitarra, já que é isso que você quer. Esse instrumento que é o ápice da rebeldia, não é mesmo? haha

Idiota é achar q qualquer instrumento é limitado... quem é limitado é o ser-humano q o toca, piano taí há séculos para demonstrar isso.... retardado

Banda que se preocupa em tornar o álbum "fácil de digerir" e em agradar o que os fãs pedem acabam caindo no marasmo, lançando sempre a mesma coisa (mostrando ainda que ela tá mais preocupada em vender e fazer show do que fazer música). Admiro a banda por se arriscar e lançar algo diferente, e mesmo não achando o álbum excelente e revolucionário, como a crítica fala (umas 3 músicas no disco não me agradaram), ainda o considero muito bom. Quem não gostou, tudo bem, cada um curte o que quer, mas não acho justo criticar a banda por tentar algo diferente.

Exatamente. O comentário vazio dessa pessoa me lembrou a PJ harvey, ela parou de compor com guitarra por um bom tempo, porque ela, como artista, estava saturada de compor com guitarra, e foi explorar outros instrumentos. Não deixei de gostar dela por isso, muito pela contrário. Acho estranho são essas pessoas que só querem ouvir a mesma coisa.

Nossa, que comentário idiota de rosqueiro.

São mais de 50 anos com tudo de rock a base de guitarra, acho que já cansou um pouco a todos, existem tantos outros instrumentos a se explorar, tudo que podia ser feito com guitarras já foi feito, agora tudo é repetição.

kkk, eu n sou chato, apenas temos percepções diferentes. Jesus Walks é foda tb!! #paz

Essa geração tem medo de guitarra, só pode.... O mesmo aconteceu com 30 Seconds to Mars, o segundo album é maravilhoso (Beautiful Lie), dps virou "barulhinhos & gemidos"

Esse álbum é tão ruim que deveria se chamar Justice league.

O album é bom sim, mas não é acessível, então os normalistas vão reclamar como sempre, fato.

Sinceramente, já cansei dessa banda há algum tempo. Os álbuns antigos não envelheceram bem, soam bem datados, o álbum anterior a esse foi bem dentro da caixinha do que eles já estavam fazendo e não tô com a mínima vontade de ouvir esse.

Humbug é um album incrivel e eu acho que eles nunca irão superar, AM tbm é legal, pesado Uma coisa que eu gosto nessa banda é q cada album é diferente(exceto os 2 primeiros q são a mesma coisa quase)

Se eu ganhasse um real pra cada vez que alguém lança "um álbum revolucionário"...

Achei cansativo, com a sensação de que estamos ouvindo sempre partes de uma mesma faixa. Nem parece Arctic Monkeys. DCpcionado!

vc é chato hein... Faz o seguinte, coloque a musica no celular, ouça umas 5 vezes, pense em outras musicas de rap passadas, pronto, ñ tem nada de incrivel, nada q nunca foi feito antes, ñ tem o mesmo impacto q Jesus Walks teve, pois foi algo surpreendente e diferent p época

"só o tema" - Cara, se vc consegue achar um motivo pra diminuir, sinal que vc n entendeu MESMO a música!

Essa musica não tem nada de incrivel, só o tema q chama a atenção mesmo ouça a varias vezes sem ver o clipe, é uma faixa comum de rap, parece Kanye West

Esse álbum é muito ruim ): parece que ta tocando a mesma musica o tempo todo

Revolucionario é foda rsrsrs arctic é um grupo bacana mas n é nada do outro mundo. Esse album é bacaninha nada mais...

Concordo, acho q a banda se perdeu dentro de seus proprios conceitos.

Dias depois do Childish Gambino ter lançado "This is America", chamar esse album (fraco) do Arcitic Monkeys de "revolucionário" é dimai junior!

O difícil é criar coragem pra ouvir novamente até uma melhor digestão!

Resumo: disco chato da p*rra!

Sou fã da banda desde o início e compreendo a evolução da banda em termos musicais. Mas de uns anos pra cá parece que tá sobrando pose/conceitos vazios e faltando um som de verdade..

pesou a mão ao chamar de revolucionário.

Bom mas... revolucionário é um exagero desnecessário.

Ouvi e não gostei. Achei bem chato e parece que eu estou ouvindo a mesma faixa repetidamente... Talvez com o tempo eu aprenda a gostar desse.

Soa como cópia descarada de David Bowie. She looks like fun é Rock n roll suicide sem tirar nem por. Ha uns 30, 40 anos talvez desse pra dizer que esse som tem algo novo. Só que hj é só chupinhação e falta de criatividade mesmo. RIP.

Crítica certeira. O álbum é muito bom, mas não chega ao nível excelente, o que hoje em dia é raridade. Arctic não tem na sua discografia um álbum que seja comparável a clássicos, mas esse novo sem dúvidas é o que mais chega perto disso junto com o Humbug. Depois de uma trinca inicial de álbuns muito bons e dois ruins, tava na hora da banda se reinventar de novo, e o fez com sucesso. Esperando os shows no Brasil agora.

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