The Rain

The Rain
 The Rain
(Regular)

Drama, Science Fiction

  • País / Ano de Produção: Dinamarca / 2018
  • Duração: indisponível

The Rain - 1ª Temporada | Crítica

Série dinamarquesa seria ótima se tudo o que ela apresenta já não tivesse sido feito

A Netflix parece ter encontrado na Europa um celeiro de séries originais focadas em ficção científica pós-apocalíptica. Depois da alemã Dark, chegaram ao catálogo os oito episódios da primeira temporada de The Rain, primeira co-produção do serviço de streaming na Dinamarca. Ambientada em uma Escandinávia seis anos após uma chuva misteriosa ter espalhado um vírus mortal e dizimado a população, a trama acompanha dois irmãos ligados à origem do cataclisma e à cura da epidemia. Simone (Alba August) e Rasmus (Lucas Lynggaard Tønnesen) estiveram isolados por seis anos e não acompanharam a decomposição do mundo que eles conheciam. Agora, ao lado de outros sobreviventes, os dois tentam encontrar o pai, um cientista ligado ao vírus enquanto tentam sobreviver nesse novo mundo baseado em regras selvagens.

A princípio, The Rain é um prato cheio para fãs do gênero. A série começa com uma agilidade impressionante e todos os elementos clássicos estão lá: o vírus com potencial de dizimar a humanidade, o personagem que carrega a cura, a empresa poderosa e maquiavélica por trás do cataclismo, a mocinha engajada, destemida e motivada pela ética. O problema é que Jannik Tai Mosholt, Christian Potalivo e Esben Toft Jacobsen, criadores da atração, se esquecem do principal: a novidade. The Rain não apresenta nenhum conceito minimamente inédito: parece um reboot de Resident Evil com os personagens de The 100 e as discussões psicológicas das primeiras temporadas de The Walking Dead. E mesmo dentro dessa zona de conforto de apenas reproduzir conceitos icônicos de outras obras, mesmo assim a série falha em vários momentos.

Além da falta de originalidade, a série tem dois outros problemas em destaque. Um deles é a previsibilidade em suas situações-chave. Todos os eventos que decorrem do luto de Rasmus após uma perda desproporcionalmente significativa oscila entre ser ora previsível, ora conveniente - e isso se aplica a diversos outros pontos da narrativa, inclusive ao desfecho da temporada. O outro ponto, aproveitando que Rasmus está sendo usado como exemplo, é a falta de carisma de praticamente todos os personagens. Simone é uma protagonista fraca e a série tenta transmitir a ideia de que ela é um agente restaurador da humanidade em um mundo devastado, mas só consegue passar a sensação de ingenuidade além do aceitável. Rasmus, por sua vez, está no grupo de personagens cujo único traço marcante de personalidade é ser extremamente irritante - ao lado de Patrick (Lukas Løkken).

A cada episódio, são apresentados os backgrounds de cada um dos jovens, algo que não apenas justifica suas personalidades com base em experiências póstumas traumáticas como acrescentando uma ou outra camada de complexidade. Isso ajuda a enxergar cada um do grupo de forma menos unidimensional: Martin (Mikkel Boe Følsgaard), por exemplo, ganha novos contornos aos olhos do público ao ser apresentado como um soldado inseguro antes de se converter em um andarilho. As histórias de Lea (Jessica Dinnage) e Jean (Sonny Lindberg) também conseguem ser emocionantes e são o ponto alto dos dois na série. Seria interessante se o mesmo tivesse acontecido com os irmãos protagonistas: é difícil engolir que seis anos em completo isolamento não exerceram nenhum efeito psicológico explícito neles.

A série não é nenhuma Lost, mas deixa muitas perguntas abertas que, pela forma que são dispostas, soam como incongruências do roteiro. Por exemplo, ninguém questiona a questão da chuva não espalhar mais o vírus ou que tipos de testes foram feitos em Rasmus que não puderam ser realizados em mais ninguém durante os anos que seguiram a chuva mortal, principalmente levando em conta que o pai deles sabia do sucesso da experiência com o caçula. Ao mesmo tempo, The Rain se preocupa em entregar o mínimo para que o espectador se situe cada vez com mais propriedade no que acontece na Escandinávia - o público termina a temporada entendendo um pouco mais as motivações políticas da Apollon, empresa onde o pai de Simone e Rasmus trabalha.

É muito interessante ver o investimento dedicado à primeira temporada da série: as ambientações são impecáveis, tanto no bunker tecnológico quanto na cidade devastada pelos seis anos de abandono. Tecnicamente, as escolhas visuais são acertadas, principalmente no que diz respeito à paleta de cores e à iluminação soturna. É uma pena que, criativamente, a série não aproveite esse potencial. The Rain entretém e, sim,  instiga o espectador - é inegável a curiosidade sobre coisas como as citadas mutações do vírus ou sobre a dimensão dos poderes da Apollon -, mas não chega a ser marcante. No fim, é uma escolha boa para quem é fã de longa data de produções de ficção científica pós-apocalíptica e já viu tudo o que foi feito do gênero - quem chegou agora nesse mundo, pode ocupar o tempo com qualquer produção anterior.

the-rain >>> <b> MOVIESTUBE10.BLOGSPOT.COM

se fosse para ser real não precisaria ter a série

Série horrível, uma organização que cria um vírus e depois que descobrir a cura através de um garoto . um pai que some durante 6 anos sabendo que o estoque de comidas estava pra acabar, não apareceu quando os filhos saíram do buraco , o moleque carrega o vírus e ngm pode segura lo. O grupo não reteve nenhuma outra arma ficando apenas com uma , e quando foram capturados entraram no alojamento sem nenhuma descontaminação e nem foram postos em quarentena, a logica da série pelo que entendi é ... Uma organização que cria um vírus letal que mata milhões para depois produzirem uma cura através de um jovem (que não o capturam )apenas para ter poder sobre o restante da humanidade que restou . a organização não tem o controle da chuva e nem de outros grupos de loucos . Em resumo: a série passou de uma chatisse. Estão soltos dentro de um complexo que nem soldados para patrulhar têm. O pai é outro louco que sabia da cura. ou eles melhoram essa série dando lógica ou será piada de mal gosto.

Ela não passa pelos portões, ela volta para trás, para onde eles estavam!

Eles não chegam a passar. Os soldados barram eles e falam da pílula. A menina e o garoto ficam tentados a irem sozinhos, porém eles dizem que não irão deixar ninguém para trás. Eles entram no carro, dão meia volta e voltam para dentro da zona de quarentena.

Não entendi, eles tomaram a pílula (vitaminas)contendo o vírus e mesmo assim passaram pelos portões e não morreram comô o soldado? ! Que furo!

Atores péssimos, personagens retardados e roteiro roubado do filme "final dos tempos" com uma ambientalização de the last of us. Nem percam tempo.

Concordo que o cenário é parecido, mas nesse caso eu me refiro a séries.

O Livro de Eli já apresentou isso.

<b>Eu gostei da série principalmente por não ver ZUMBIS! Eu não entendo essa atração infantil que os zumbis despertam nas pessoas. Na vida real uma pessoa infectada por vírus ou radiação estaria morrendo em coma num hospital, e não andando nas ruas com uma força sobre-humana querendo comer cérebros! É essa a originalidade de The Rain que essa crítica do Omelete não consegui enxergar.

<b>Eu gostei muito da série porque é mais realista. Vamos combinar, zumbis não existem. Vírus e armas biológicas fazem parte da nossa realidade e realmente podem fugir ao controle. A única falha que eu vi, é que os pneus dos carros estavam todos cheios depois de 6 anos abandonados.

<b>Mas é essa a intenção. Eles ficaram isolados em numa bolha em sua inocência infantil, enquanto o mundo ficou selvagem e violento.

<b>A originalidade da série é que finalmente fizeram um cenário apocalíptico realista sem as porcarias dos ZUMBIS!

A série é ÓTIMA pra passar raiva com a p##a dos personagens!!

Será que só eu notei a semelhança dessa história com o ponto principal do jogo Last of US? É uma grande cópia, só mudou de zumbis para o virus da chuva.

Bem que a Netflix podia fazer Dredd 2, ia ser dá hora, visto que ela só tem feito cada filme ruim! Anon até que é razoavelmente aceitável!

Não dá nem pra comparar com Dark que é do c@cete!

Fod@!

Nunca vi uma série onde os personagens tem tanto retardo mental e dificuldades em seguir instruções! Dá vontade de socar essa Simone e esses Rasmus! Pelamor!

Concordo! Assisti a serie toda, ela entretêm ate, mas tem grandes buracos no roteiro e os irmãos que são os personagens principais são absurdamente chatos.

Bem, pode ter razão em alguns pontos. Mas não achei a série das piores não. Em pensar que é uma produção Nacional de um país ou região que não tem tradição em filmes e séries. Até que me surpreendeu. Logo, falando da série em si: achei interessante, intrigante e me prendeu. Gostei e estou no 4 episódio. Com certeza verei até o final!

nao e totalmente ruim...so achei realmente um apanhado do que ja foi feito..nem falo apenas das referencias..de tudo, ate na narrativa que nem se preocupa em nos supreender..e tudo chupado..isso que e desanimador. nao quero inovação..senao nao gostava de Stranger Things. a diferença que em Stranger os roterista tentam ainda que navegando em um mar de referencias, criar misterios que nos prendam, e uma narrativa mais dinamica e personagens carismaticos...pode ser que vc nem goste Stranger Things, ai e questao de gosto.. agora para um jovem que nao viu quase nada, nao tem essas referencias ainda pode se surpreender, The Rain pode ser otima para ele

A serie é muito boa tem seus momentos baixos e altos como qualquer serie! Eu curti a temática e a trama, muitos só querem series fodas, e exatamente por isso a Netflix não fez um estardalhaço em relação a serie, porque ela sabe que é uma serie simples mais bem feita. Merecia 3 Ovos, final no estilo The Last of us!

Concordo absurdamente com a crítica, além do mais achei as interpretações bem fracas. Uma série desnecessária.

NOVAMENTE..vc so achou ruim pq discorda dela...so isso..nao e legal quando a vida e descomplicada??..hahaha ja eu achei uma otima critica pq eu concordei. olha que coincidência..de novo a vida sendo simplificada..

Tá péssima sim,a série tá sendo um sucesso no resto do mundo, brasileiro é cheio de mímimi

Cadê a crítica do Cobra Kai ? Omelete não tem jabá com Youtube ? É isso ?

Tá fácil concordar com a crítica, não consegui passar do segundo episódio, série bem fraquinha, cheia de buracos na trama, resumindo: totalmente dispensável.

Primeira vez q concordo com a crítica, série fraca, esperava mais.So o segundo episódio empolgou aí em diante descambou.

concordo..vi e parei faltando 3 episodios...nao empolga

nao ta pessima..apenas vc discorda dela..simples

sim..muito boa critica tudo bem q e cluchê atras de clichê...uma serie pode ser boa abusando de formulas antigas...mas a narrativa tb nao precisa copiar tudo q ja foi feito...nao empolga, nao supreende nao cria curiosidade e mais do mesmo do inicio ao fim, os misterios parecem reciclados, as poucas resposta nao criam surpresa pq fica a impressao que vc ja viu a mesma coisa e outros lugares...total falta de criatividade ou preguiça mesmo por soluçoes melhores..e pra piorar e arrastada ao extremo

tudo o que eu pensei da série está na crítica, série pior que lá casa de papel

Outra série meh na Netflix. Nos estamos tao acostumados a assistir conteudo de ma qualidade que nos passamos a considerar o que e razoavel bom..

Mas pensa numa coisa ruim...é essa série aí...consegue ser pior que a finada ( graças a deus ) Helix

Que critica mano, a serie realmente ta sem personalidade tudo gira em torno do rasmus, rasmus isso rasmus aquilo a foda-se, muito fraca, vi que sitou Dark e sinceramente dark é muito melhor.

Cara, assiste de novo... Sobre o trecho "ninguém questiona a questão da chuva não espalhar mais o vírus", o cientista mostrou para aquelas pessoas na mesa, no holograma. Eu, hein... Gilson

Discordo totalmente, há muitos episódios que as pessoas acham perda de tempo por não ter ação (tipo, nos ep do passado que reclamaram em jessica jones), mas muitas vezes são importantíssimos para o desenvolvimento dos personagens. O padrão 8 a 12 episódios da netflix é excelente, consigo ver sem cansar 8 ep de requiem, mas não aguento 16 de the walking dead (que poderia se chamar negan, porque só isso que ta prestando kkk) que ali sim tem muita enrolação.

Muitas referências. Lembrei de Maze Runner também, sacrificando em prol uma cura.

Mais do mesmo, têm bons momentos, mas de resto é comida requentada e aflige a inteligência.

Séries da Netflix só precisam de 4 episódios. Os dois primeiros e os dois últimos de cada temporada. O resto é barriga de roteiro e dramalhão. A última série "Original Netflix" que eu realmente gostei foi Dirk Gently's (baseada na série do Grandioso Douglas Adams) que na verdade é da BBC e só foi comprada pela Netflix quando corria o risco de ser cancelada (e foi).

The Rain - perguntas sem respostas..> http://bit.ly/2G1Sr51

Fraquinha demais...

Que crítica é essa? aiai

Estou indo para o 6 episódio e estou achando bem mais ou menos ... Não tem terror, meio parada ... ok! ... Não que a série tem que ser assim, gosto de coisas paradas, mas com substância ... e até agora está bem fraco. Vou terminar por que são só 8 episódio.

'' Não há uma crise de criação na Arte, mas uma certa crise de ousadia, coragem e inovação no desenvolvimento das tramas.'' falou tudo

Essa crítica está péssima. Ótima série com um ótimo tema...

Rsrs Assino embaixo. Nunca antes esse conceito de entretenimento formulaico esteve tão presente no nosso cotidiano. Até na Hollywood antiga, com leis censurando temas, os diretores achavam formas criativas de fazer sua assinatura em filmes de premissas genéricas.

Series e filmes apocalipticis e pós-apocalipticos estão tão banalisados que quando ocorrer tal Apocalipse, as pessoas vão achar que estão no meio da gravação do novo filme do Michael Bay, com produção do Spilberg e J.J Abrams e com o roteiro do Christopher Nolan.

"Série dinamarquesa seria ótima se tudo o que ela apresenta já não tivesse sido feito" Verosemelhança - o mal da produção artistica atual. Vc pode fazer algo na mesma linha dos outros, mas tem que ter um Q de diferença, um Q de " Ei, eu nunca imaginei esse estilo deste modo". Não há uma crise de criação na Arte, mas uma certa crise de ousadia, coragem e inovação no desenvolvimento das tramas.

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